quarta-feira, 21 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
domingo, 28 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
sábado, 19 de dezembro de 2009
Momentos do Encontro de Grupos 2009 - Momentos de Encontro
O encontro com Iná Camargo em mais uma "Brava Conversa", dentro do Encontro de Grupos 2009, foi mais um momento de reflexão e troca de idéias de altíssimo nível realizado no Sacolão das Artes. O tema foi a obra de Guy Debord: Sociedade do Espetáculo.
A Trupe Artemanha apresentou "Brasil - quem foi que te pariu?".
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
O corte no Fomento é ilegal. O corte na Cultura é imoral. O que querem senhores? Um levante social?
Cidadãos e artistas cobram mais verbas para cultura
Em audiência pública concorrida houve protesto e leitura de manifestos; relator afirmou que contemplará pasta com mais R$ 50 milhões
O secretário municipal de Cultura, Carlos Augusto Calil, foi recebido de uma forma bastante diferente na audiência pública realizada nesta segunda-feira (23/11), na Câmara Municipal. Logo no início da audiência, convocada pela Comissão de Finanças e Orçamento para debater o orçamento da pasta para 2010, um grupo de jovens atores ligados aos movimentos de teatros de grupo de São Paulo entrou no plenário da Casa, onde ocorria o evento, usando máscaras e recitando as seguintes palavras de ordem: “O corte no fomento é ilegal, o corte na cultura é imoral. O que querem senhores, um levante social?”.
O objetivo do grupo, que ficou postado em frente aos vereadores e ao secretário e repetiu diversas vezes as palavras de ordem, era protestar contra a redução do orçamento da secretaria e, especialmente, dos recursos destina dos ao fomento para teatro na cidade.
A proposta orçamentária da Prefeitura destinada à Cultura em 2010 (R$ 263,1 milhões) é 12% menor do que a aprovada para 2009 (R$ 297,5 milhões). Quanto à verba de fomento ao teatro paulistano, a queda foi de 22% - de R$ 10,1 milhões para R$ 8,0 milhões.
Em continuidade ao protesto, um manifesto lido por Osvaldo Pinheiro, em nome dos movimentos, denunciou que o corte dos recursos para o fomento ao teatro é ilegal. “Segundo a lei [nº 13.279/02], o valor para o programa de fomento em 210 deve ser de, no mínimo, R$ 10,6 milhões, tomando como base o IPCA do IBGE acumulado nos últimos 12 meses”, afirmava o texto. A lei mencionada por Pinheiro determina que a verba do programa seja corrigida anualmente pelo índice de inflação do período.
O próprio secretário concordou com o argumento dos participantes da audiência. “Nós encaminhamos uma proposta de R$ 11,9 milhões para o programa, mas a Secretaria de Planejamento cortou a verba sem nos consultar”, justificou-se Calil. Ele também entende que um recurso previsto em lei não pode ser reduzido. “Esse tipo de corte nos deixa muito expostos”, lamentou.
Trabalhadores da Cultura e artistas da dança também divulgaram documento em que solicitam mais verbas para o setor. O manifesto apresentado por Solange Borelli, artista da dança e produtora, reivindica o restabelecimento do Conselho Municipal de Cultura, entre outras demandas.
Em resposta à solicitação, Calil prometeu: “Podem ficar certos que haverá Conselho de Cultura a partir do ano que vem”. O representante do Executivo informou ainda que está negociando com a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras o retorno das “Casas de Cultura” para sua pasta. “Todo mundo acha que a Casa de Cultura e de nossa responsabilidade, mas atualmente não é”, explicou.
Em relação às manifestações e reclamações feitas na audiência, o secretário limitou-se a dizer que “é muito importante que a cultura mobilize as pessoas”. Ele declarou ainda estar sempre disposto a dialogar com a sociedade civil sobre os assuntos que envolvem a pasta.
Relator diz que Legislativo ampliará recursos da área em mais R$ 50 milhões
Durante o debate, o relator do projeto do orçamento, vereador Milton Leite (DEM), informou que o Legislativo paulistano irá restabelecer o valor da verba para o fomento ao teatro previsto em lei e ampliar o orçamento da Secretaria da Cultura em mais R$ 50 milhões. “A Câmara vai recompor os valores”, garantiu.
Leite explicou que os recursos para a pasta virão do aumento da arrecadação do IPTU, previsto no projeto de lei que a Prefeitura encaminhou à Casa na semana passada, e de outras receitas do município.
REPORTAGEM: AIRTON GOES airton@isps.org.br
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Curso Livre da Brava Companhia estréia montagem no Sacolão das Artes
A montagem da peça Quanto Vale é o resultado do trabalho desenvolvido durante o ano de 2009 com a turma do Curso Livre de Teatro da Brava Companhia.quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Trupe Lona Preta no Sacolão das Artes
Muita gente acompanhou os palhaços da Trupe Lona Preta em apresentação no Sacolão das Artes.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Sacolão das Artes recebe Artimanhas de Scapino
No sábado, 14 de novembro de 2009, o Sacolão das Artes recebeu um grupo teatral formado na Fundação de Sociologia de São Paulo para a apresentação da peça "Artimanhas de Scapino".sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Sacolão das Artes recebe 4ª Mostra Lino Rojas
Bando La Trupe, grupo integrante do Movimento Escambo, apresentou o espetáculo "Alice e Severino", no domingo, o8 de novembro, no Sacolão das Artes.A apresentação foi seguida de um intenso debate que percorreu vários assuntos: Teatro, políticas públicas de cultura, arte e política. E terminou em festa e confraternização entre os grupos.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
MANIFESTO ARTE PELA BARBÁRIE
Ave, Senhores! Nós, que admiramos a vida, vos saudamos.
Nós, artistas, trabalhadores descartados como a maior parte da população; nós, que nos reunimos em grupos para, coletivamente, criar outra forma de produzir e existir diferente dos cárceres privados das empresas; nós, que pensamos e vivemos diferente dos Senhores, vejam só, vos saudamos.
Ave, Senhores! Nós, que teimamos em sonhar, vos saudamos.
Os senhores certamente nos conhecem: nos últimos vinte anos dada a capilaridade do nosso fazer artesanal e cotidiano, embrenhamos o nosso teatro na vida e na geografia de todo o país. Foi assim que algumas conquistas nossas impediram o saqueio cultural definitivo. A disputa por uma arte e uma cultura de relevância pública como parte das prioridades de estado, fomentaram a partir de leis e propostas democráticas, a construção de uma consciência crítica, a ponto da questão cultural fazer parte das discussões mais candentes do dia-a-dia.
É por isso que nós, que fazemos no palco, a radiografia estética de sua civilização, de sua violência, guerra e morte, do seu desmanche de seres humanos, de seu mercado falido, de sua apropriação privada do mundo e de homens; nós, que ousamos sonhar hoje para recriar a humanidade de amanhã, vos saudamos. Por que lutamos para parar a lógica da desordem que é a concorrência e a guerra entre tudo e todos em nome do lucro, da propriedade privada, da acumulação de riquezas nas mãos de poucos.
Nós, que existimos, produzimos, criamos sonhos, idéias, seres humanos. Mas não fabricamos, não podemos e nem queremos fabricar lucros. Não somos, não queremos ser e não acreditamos em vossos valores e parâmetros de eficiência e auto-sustentabilidade. Existimos. Somos o outro de vós, a outra voz, outro corpo, outro sonho. E nos afirmamos enquanto forma de produção e enquanto criação estética de pensamento e seres humanos.
É desse lugar que, mais uma vez, cobramos as promessas por uma sociedade mais justa, onde todos teriam direitos iguais. Mas como isso será possível se 13% do orçamento da cidade de São Paulo e mais de 30% do orçamento do Brasil vão direto para os cofres dos banqueiros, sem nenhuma discussão da sociedade? Como encarar a cultura como direito de todos, se a Prefeitura da maior cidade do país e o governo da União destinam menos de 1% de seus orçamentos para a cultura? Como justificar uma divisão de recursos públicos que destina 200 milhões ao Fundo Nacional de Cultura e 1,4 bilhões ao marketing das grandes corporações através da renúncia fiscal, da famigerada Lei Rouanet? Que reserva 38 milhões para o Teatro Municipal de São Paulo, 10 milhões para TODOS os demais núcleos teatrais da cidade e praticamente nada para os demais? É pouco para o Teatro Municipal, é pouco para os grupos e é pouco para a arte e a cultura da maior cidade do país.
Esses números traduzem a ausência de políticas públicas de Estado, a ausência da própria política: os governos e os espetáculos informativos da mídia privada apenas operam como gerentes e administradores dos negócios do mercado.
Ave, Senhores! Ironicamente, apenas cobramos a realização da sua República e das suas leis. Exigimos investimentos na cultura, entendida como direito extensivo a todos, direito que o mercado não consegue, não pode e não quer concretizar. É simples assim: que o Legislativo legisle e o Executivo execute uma política pública de Estado, e não de governo, nas três esferas – municipal, estadual, federal, através de:
1) programas públicos – e não um programa único de ‘incentivo’ ao mercado – estabelecidos em leis, com regras e orçamentos próprios a serem cumpridos por todos os governos; programas com caráter estrutural e estruturante;
2) Fundos de Cultura, também através de leis, com regras e orçamentos próprios, como mecanismos para atender – para além do governo de plantão – as necessidades imediatas e conjunturais, através de editais públicos.
É hora de aumentar o orçamento do Programa de Fomento em São Paulo, aumentando o número de grupos dentro do programa e criando a categoria de núcleos estáveis; é hora de criar o Fundo Estadual de Arte e Cultura, engavetado no governo passado; é hora de desengavetar nossa proposta de lei que cria o Prêmio Teatro Brasileiro para todo o território nacional.
Fora isso, é o império mercantil, a exclusão, a violência, a morte.
Ave, Senhores! Nós, bárbaros, ao reafirmarmos a vida, vos saudamos.
São Paulo, 22 de setembro de 2009.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Sacolão das Artes AMEAÇADO!
Manifeste seu apoio ao Sacolão das Artes aqui e no blog http://sacolaodasartes.blogspot.com/
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Roda de conversa com trabalhadores da cultura no Sacolão das Artes
No dia 07 de outubro, uma quarta-feira, vários trabalhadores da cultura se reuniram no Sacolão das Artes para mais um momento de mobilização e reflexão. O mote da conversa: MOVER-SE. Que transformação, sem articulação e mobilização?. O encontro fez parte da programação do IV Fórum Social Sul e contou com a presença dos coletivos Dolores Boca Aberta e Mecatrônica de Artes, Engenho Teatral, Coletivo de Cultura do MST, Brava Companhia e Jota Medrado como provocadores, e com dezenas de outros coletivos, trabalhadores da cultura e moradores da região de M' Boi Mirim como participantes do debate. A conversa começou às 15h e se estendeu até as 19h30.No dia seguinte, o espaço sofreu uma ameaça de fechamento, o que levou parceiros e aliados do Sacolão das Artes no Brasil inteiro a manifestar seu repúdio, diretamente a Subprefeitura M' Boi Mirim, diante de tal ato autoritário e ditatorial.
Esse fato demonstra que existe uma realidade política perversa que envolve regiões periféricas como a de M'Boi Mirim e que, muitas vezes, não é encarada pelos trabalhadores da cultura. Muitos a ignoram por falta de percepção. Mas há os que estão perfeitamente ajustados a ela, inclusive lucrando com isso.
Isso, mais cedo ou mais tarde, terá que mudar se, de fato, quisermos que nossa região, nosso pequeno mundo, seja um lugar melhor e mais justo para se viver.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
A Brava Convida o Grupo Folias
Mais um importante coletivo de teatro da cidade de São Paulo esteve presente no espaço do Sacolão das Artes para apresentar seu compartilhar seu trabalho com a população. Desta vez, foi o Grupo Folias que participou de mais uma edição da Brava Convida -ação que integra o projeto da Brava Companhia contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro Para a Cidade de São Paulo.quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Brava Companhia apoia ocupação artística da ELT em Santo André

A “Semana ELT em Alerta”, como foi chamada, começa nesta segunda-feira com diversas apresentações gratuitas de música, teatro e dança, além de mesa de debates com Luís Alberto de Abreu e Francisco Medeiros
De 21 a 25 de setembro a comunidade da Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT) promove a Semana ELT em Alerta. O evento é uma Ocupação Artística em prol da Manutenção do Projeto Pedagógico da Escola, que está seriamente ameaçado.
Durante a semana, diversos coletivos teatrais e artistas que apóiam a causa se apresentarão nos espaços da Escola Livre de Teatro e Praça Rui Barbosa, no bairro de Santa Terezinha, Santo André. Farão parte da Semana, espetáculos de teatro e dança, atividades de literatura, apresentações musicais e performáticas, além de debates sobre políticas públicas culturais. Na mesa de debates do dia 23, o dramaturgo Luis Alberto de Abreu e o diretor Francisco Medeiros, discutirão sobre o projeto artístico-pedagógico da Escola.
No rol de convidados estão artistas de destaque na cena regional e nacional como a Cia. São Jorge de Variedades, Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, Brava Companhia, Teatro de Rocokóz, o escritor Marcelino Freire e o cantor Rubi.
Artistas e grupos participantes farão apresentações gratuitas em defesa da continuidade do projeto ELT, que se tornou referência para a formação de atores no Brasil e que está completando 20 anos de luta e existência. A Escola, que é autogerida pelo coletivo de mestres e aprendizes e escolhe democraticamente sua coordenação, ficou abalada no dia 08 de setembro de 2009, com a notícia de que seu coordenador pedagógico, o ator Edgar Castro - professor da escola há 11 anos - havia sido demitido sem justificativas.
Na sexta-feira, onze de setembro, mais de trezentos artistas representantes dos principais coletivos de artes cênicas das cidades de Santo André e São Paulo - entre eles as atrizes Maria Alice Vergueiro, Leona Cavalli, Georgete Fadel, o ator Antônio Petrim, a diretora Cibele Forjaz – fizeram uma passeata da Praça Rui Barbosa, sede da Escola, até o Paço Municipal, onde foi entregue uma carta de reivindicações ao Secretário de Cultura do município.
Ontem, dia 17, mais de cem artistas estiveram presentes na Câmara Municipal de Santo André, durante a Sessão Plenária. Os aprendizes Mário Augusto e Lílian Cardoso fizeram uso da Tribuna Livre para defender a continuidade do projeto da ELT e foram apoiados pela maioria absoluta dos vereadores.
O movimento repercutiu numa comissão de vereadores e membros da Comunidade ELT que dialogarão junto ao Poder Executivo, que vem negando todas as reivindicações da comunidade e descumprindo os prazos de resposta acordados em reunião, firmando a decisão de afastar Edgar Castro como coordenador e professor da Escola.
A comunidade não aceita essa decisão e por isso convida todos os cidadãos e cidadãs a participarem da Semana ELT em Alerta, uma mostra que reflete a diversidade estética e a profundidade ética que regem a práxis da Escola.
Clique na imagem acima para ver melhor
"A BRAVA" no Festival Latino Americano de Teatro Ruínas Circulares
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
"A BRAVA" no Espaço Clariô e no Engenho Teatral
A Brava Companhia teve a honra de integrar a programação da "Engenho Mostra um Pouco do Que Gosta" - mostra teatral organizada pelos parceiros do Engenho Teatral.A apresentação do domingo, que encerrou a Mostra, marcou dois anos do espetáculo "A BRAVA". Obrigado ao Engenho Teatral pela oportunidade e a todo o público que prestigiou as apresentações.
Esquecemos de levar a câmera fotográfica para a apresentação em Taboão da Serra, a convite do grupo Clariô... Se alguém tiver feito alguma imagem e puder compartilhar, por favor, nos envie!
Mas fazemos questão de registrar que foi muito bacana apresentar lá, e depois, no Espaço Clariô, fizemos um dos melhores bate-papos pós-espetáculo dos últimos tempos. Muita discussão política e reflexões de alto nível sobre o fazer teatral. Valeu, Clariô!








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