Outros grupos também se apresentarão dentro desta ação ao longo do ano de 2009.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
A Brava Convida Buraco d'Oráculo
Outros grupos também se apresentarão dentro desta ação ao longo do ano de 2009.
"A BRAVA" para escolas
Durante as quintas-feiras de abril e maio de 2009 a Brava Companhia tem recebido o público de escolas do entorno do Sacolão das Artes para apresentações gratuitas do espetáculo "A BRAVA".
50 ingressos são reservados para a comunidade e o público em geral.
Essa ação faz parte do Projeto da Brava Companhia aprovado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ visita a Brava Companhia
sexta-feira, 27 de março de 2009
Carta aberta dos trabalhadores em Teatro divulgada durante a ocupação da FUNARTE
CARTA ABERTA AO MINISTÉRIO DA CULTURA
Hoje, no Dia Mundial do Teatro, nós, trabalhadores de grupos teatrais de São Paulo organizados no Movimento 27 de Março, somos obrigados a ocupar as dependências da Funarte na cidade. A atitude extrema é provocada pelo falso diálogo proposto pelo governo federal, que teima em nos usar num debate de mão única. Cobramos, ao contrário, o diálogo honesto e democrático que nos tem sido negado.
O governo impõe um único programa: a transferência de recursos públicos para o marketing privado, o que não contempla a cultura mas grandes empresas que não fazem cultura. E se recusa, sistematicamente, a discutir qualquer outra alternativa.
Trocando em miúdos.
O Profic - Programa de Fomento e Incentivo à Cultura, que Vv. Ss. apresentam para discussão como substituto ao Pronac, que já existe, sustenta-se sobre a mesma coisa: Fundo Nacional de Cultura - FNC, patrocínios privados com dinheiro público (o tal incentivo/renúncia fiscal que todos conhecem como Lei Rouanet) e Ficart - Fundo de Investimento Cultural e Artístico.
Ora, o Fundo não é um programa, é um instrumento contábil para a ação dos governos. Já o Ficart (um fundo de aplicação financeira) e o incentivo fiscal destinam-se ao mercado, não à cultura. O escândalo maior está na manutenção da renúncia/incentivo fiscal, a chamada Lei Rouanet, que o governo, empresas e mídia teimam em defender e manter.
O que é a renúncia ou incentivo fiscal? É Imposto de Renda, dinheiro público que o governo entrega aos gerentes de marketing das grandes empresas. Destina-se ao marketing das mesmas e não à cultura. É o discurso que atrela a cultura ao mercado que permite esse desvio absurdo: o dinheiro público vai para o negócio privado que não produz cultura e o governo transfere suas funções para o gerente da grande corporação. Diminuir a porcentagem dessa transferência ou criar normas pretensamente moralizadoras não muda a natureza do roubo e da omissão do governante no exercício de suas obrigações constitucionais. Não se trata de maquiar a Lei Rouanet (incentivo fiscal); trata-se de acabar com ela em nome da cultura, do direito e do interesse público, garantindo-se que o mesmo dinheiro seja aplicado diretamente na cultura de forma pública e democrática.
Assim, dentro do Profic, apenas a renúncia fiscal pode se apresentar como programa, um programa de transferência de recursos públicos para o marketing privado, em nome do incentivo ao mercado. Trata-se, portanto, de um programa único que não vê e não permite outra saída, daí ser totalitário, autoritário, anti-democrático na sua essência.
E é o mesmo e velho programa que teima em mercantilizar, em transformar em mercadoria todas as atividades humanas, inclusive a cultura, a saúde e a educação, por exemplo. Não é por acaso que os mesmos gestores do capital ocupam os lugares chaves na máquina estatal da União, dos Estados e Municípios, coisas que conhecemos bem de perto em nosso Estado e capital, seus pretensos opositores.
E esse discurso único não se impõe apenas à política cultural. É ele que confunde uma política para a agrícultura com dinheiro para o agronegócio; que centra a política urbana na construção habitacional a cargo das grandes construtoras; e outra coisa não fazem os gestores do Banco Central que não seja garantir o lucro dos bancos. Não há saída, não há outra alternativa, os senhores continuam dizendo, mesmo com o mercado falido, com a crise do capital obrigando-os a raspar o Tesouro Público no mundo todo para salvar a tal competência mercantil.
Pois bem, senhores, apesar do mercado, nós existimos. Somos nós que fazemos teatro, mas estamos condenados: não queremos e não podemos fabricar lucros. Não é essa a nossa função, não é esse o papel do teatro ou da cultura. Nós produzimos linguagens, alimentamos o imaginário e sonhos do que muitos chamam de povo ou nação; nós trabalhamos com o humano e a construção da humanidade. E isso não cabe em seu estreito mundo mercantil, em sua Lei Rouanet e seu programa único.
Nós somos a prova de que outro conceito de produtividade existe. Os senhores continuarão a tratar o Estado e a coisa pública apenas como assuntos privados e mercantis? Continuarão a negar nosso trabalho e existência? Continuarão a negar a arte ou a cultura que não se resumem a produtos de consumo?
Por isso, além do FNC, exigimos uma política pública para a cultura que contemple vários programas (e não um único discurso mercantil), com recursos orçamentários e regras democráticas, estabelecidos em lei como política de Estado para que todos os governos cumpram seu papel de Poder Executivo.
É esse diálogo que os Senhores se negam, sistematicamente, a fazer enquanto se dizem abertos ao debate. Debate do quê? Do incentivo fiscal. Mas nos recusamos a compartilhar qualquer discussão para maquiar a fraude chamada Lei Rouanet.
Queremos discutir o Fundo. Mas queremos, também, discutir outros programas e oferecemos, novamente, o projeto de criação do Prêmio Teatro Brasileiro como um ponto de partida. Os Senhores estão abertos a este diálogo?
Movimento 27 de Março
São Paulo, Dia Mundial do Teatro e do Circo
27/03/2009
Hoje, no Dia Mundial do Teatro, nós, trabalhadores de grupos teatrais de São Paulo organizados no Movimento 27 de Março, somos obrigados a ocupar as dependências da Funarte na cidade. A atitude extrema é provocada pelo falso diálogo proposto pelo governo federal, que teima em nos usar num debate de mão única. Cobramos, ao contrário, o diálogo honesto e democrático que nos tem sido negado.
O governo impõe um único programa: a transferência de recursos públicos para o marketing privado, o que não contempla a cultura mas grandes empresas que não fazem cultura. E se recusa, sistematicamente, a discutir qualquer outra alternativa.
Trocando em miúdos.
O Profic - Programa de Fomento e Incentivo à Cultura, que Vv. Ss. apresentam para discussão como substituto ao Pronac, que já existe, sustenta-se sobre a mesma coisa: Fundo Nacional de Cultura - FNC, patrocínios privados com dinheiro público (o tal incentivo/renúncia fiscal que todos conhecem como Lei Rouanet) e Ficart - Fundo de Investimento Cultural e Artístico.
Ora, o Fundo não é um programa, é um instrumento contábil para a ação dos governos. Já o Ficart (um fundo de aplicação financeira) e o incentivo fiscal destinam-se ao mercado, não à cultura. O escândalo maior está na manutenção da renúncia/incentivo fiscal, a chamada Lei Rouanet, que o governo, empresas e mídia teimam em defender e manter.
O que é a renúncia ou incentivo fiscal? É Imposto de Renda, dinheiro público que o governo entrega aos gerentes de marketing das grandes empresas. Destina-se ao marketing das mesmas e não à cultura. É o discurso que atrela a cultura ao mercado que permite esse desvio absurdo: o dinheiro público vai para o negócio privado que não produz cultura e o governo transfere suas funções para o gerente da grande corporação. Diminuir a porcentagem dessa transferência ou criar normas pretensamente moralizadoras não muda a natureza do roubo e da omissão do governante no exercício de suas obrigações constitucionais. Não se trata de maquiar a Lei Rouanet (incentivo fiscal); trata-se de acabar com ela em nome da cultura, do direito e do interesse público, garantindo-se que o mesmo dinheiro seja aplicado diretamente na cultura de forma pública e democrática.
Assim, dentro do Profic, apenas a renúncia fiscal pode se apresentar como programa, um programa de transferência de recursos públicos para o marketing privado, em nome do incentivo ao mercado. Trata-se, portanto, de um programa único que não vê e não permite outra saída, daí ser totalitário, autoritário, anti-democrático na sua essência.
E é o mesmo e velho programa que teima em mercantilizar, em transformar em mercadoria todas as atividades humanas, inclusive a cultura, a saúde e a educação, por exemplo. Não é por acaso que os mesmos gestores do capital ocupam os lugares chaves na máquina estatal da União, dos Estados e Municípios, coisas que conhecemos bem de perto em nosso Estado e capital, seus pretensos opositores.
E esse discurso único não se impõe apenas à política cultural. É ele que confunde uma política para a agrícultura com dinheiro para o agronegócio; que centra a política urbana na construção habitacional a cargo das grandes construtoras; e outra coisa não fazem os gestores do Banco Central que não seja garantir o lucro dos bancos. Não há saída, não há outra alternativa, os senhores continuam dizendo, mesmo com o mercado falido, com a crise do capital obrigando-os a raspar o Tesouro Público no mundo todo para salvar a tal competência mercantil.
Pois bem, senhores, apesar do mercado, nós existimos. Somos nós que fazemos teatro, mas estamos condenados: não queremos e não podemos fabricar lucros. Não é essa a nossa função, não é esse o papel do teatro ou da cultura. Nós produzimos linguagens, alimentamos o imaginário e sonhos do que muitos chamam de povo ou nação; nós trabalhamos com o humano e a construção da humanidade. E isso não cabe em seu estreito mundo mercantil, em sua Lei Rouanet e seu programa único.
Nós somos a prova de que outro conceito de produtividade existe. Os senhores continuarão a tratar o Estado e a coisa pública apenas como assuntos privados e mercantis? Continuarão a negar nosso trabalho e existência? Continuarão a negar a arte ou a cultura que não se resumem a produtos de consumo?
Por isso, além do FNC, exigimos uma política pública para a cultura que contemple vários programas (e não um único discurso mercantil), com recursos orçamentários e regras democráticas, estabelecidos em lei como política de Estado para que todos os governos cumpram seu papel de Poder Executivo.
É esse diálogo que os Senhores se negam, sistematicamente, a fazer enquanto se dizem abertos ao debate. Debate do quê? Do incentivo fiscal. Mas nos recusamos a compartilhar qualquer discussão para maquiar a fraude chamada Lei Rouanet.
Queremos discutir o Fundo. Mas queremos, também, discutir outros programas e oferecemos, novamente, o projeto de criação do Prêmio Teatro Brasileiro como um ponto de partida. Os Senhores estão abertos a este diálogo?
Movimento 27 de Março
São Paulo, Dia Mundial do Teatro e do Circo
27/03/2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Estável, Engenho e Dolores visitam a Brava Companhia
Brava Conversa com Reinaldo Maia
domingo, 22 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
"A BRAVA" na Mostra de Rua do Folias e no FEVERESTIVAL
"A BRAVA" iniciou sua circulação em 2009 com apresentações na Mostra de Rua do Folias (01/02) e no FEVERESTIVAL (06/02) em Campinas.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Brava Companhia recebe indicações ao Prêmio Shell de Teatro e Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2008
O espetáculo "A BRAVA" recebeu 1 indicação ao Prêmio Shell de Teatro de São Paulo na categoria direção. Fábio Resende, que dirigiu e também integra o elenco da peça, irá disputar o prêmio com outros cinco concorrentes. Os vencedores serão conhecidos em março deste ano.
Siga o link abaixo e conheça os demais indicados ao 21º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo:
http://www.shell.com/home/content/br-pt/society_environment/participacao_social/cultura/teatro_21_sp_segundo_semestre_0113.html:
Já no Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2008 a Brava Companhia recebeu 5 indicações nas categorias:
. DRAMATURGIA
. PROJETO SONORO
. OCUPAÇÃO DE ESPAÇO
. TRABALHO APRESENTADO EM RUA
. COMPANHIA REVELAÇÃO
A festa de anúncio dos vencedores ocorrerá no dia 17/2, às 21h, no Espaço Parlapatões, em São Paulo.
Siga o link abaixo para conhecer os indicados em todas as categorias:]
http://www.cooperativadeteatro.com.br/newsDetails.do?id=672
Siga o link abaixo e conheça os demais indicados ao 21º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo:
http://www.shell.com/home/content/br-pt/society_environment/participacao_social/cultura/teatro_21_sp_segundo_semestre_0113.html:
Já no Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2008 a Brava Companhia recebeu 5 indicações nas categorias:
. DRAMATURGIA
. PROJETO SONORO
. OCUPAÇÃO DE ESPAÇO
. TRABALHO APRESENTADO EM RUA
. COMPANHIA REVELAÇÃO
A festa de anúncio dos vencedores ocorrerá no dia 17/2, às 21h, no Espaço Parlapatões, em São Paulo.
Siga o link abaixo para conhecer os indicados em todas as categorias:]
http://www.cooperativadeteatro.com.br/newsDetails.do?id=672
Panorama Teatral Sul 2008............4 º dia
O segundo final de semana do Panorama Teatral Sul 2008 começou na sexta-feira com apresentações de dois coletivos da periferia sul: Capulanas Cia de Arte Negra e a Cia Humbalada de Teatro.
As Capulanas apresentaram o espetáculo "Solano Trindade e Suas Negras Poesias" inspirado pela obra do poeta Solano Trindade.
Na sequência a Cia Humbalada encenou o seu "Cidadão Perfeito", peça que trata de forma bem humorada sobre o poder de manipulação da televisão sobre sua audiência.
As Capulanas apresentaram o espetáculo "Solano Trindade e Suas Negras Poesias" inspirado pela obra do poeta Solano Trindade.
Na sequência a Cia Humbalada encenou o seu "Cidadão Perfeito", peça que trata de forma bem humorada sobre o poder de manipulação da televisão sobre sua audiência.
Panorama Teatral Sul 2008.......5º dia
O quinto dia do Panorama Teatral Sul 2008 contou com uma única atração: a apresentação do espetáculo "Arrumadinho", criação do grupo santista Trupe Olho da Rua.
O ótimo espetáculo do pessoal de Santos surpreendeu a todos com seus recursos cênicos e narrativos inusitados e um humor crítico bem conduzido.
A conversa com o grupo após o espetáculo também foi bastante interessante ao abordar as especificidades do fazer teatral na cidade de Santos e a relação do grupo com a capital paulista.
O ótimo espetáculo do pessoal de Santos surpreendeu a todos com seus recursos cênicos e narrativos inusitados e um humor crítico bem conduzido.
A conversa com o grupo após o espetáculo também foi bastante interessante ao abordar as especificidades do fazer teatral na cidade de Santos e a relação do grupo com a capital paulista.
Panorama Teatral Sul 2008...........6º e último dia
O último dia do Panorama Teatral Sul 2008 começou cedo, às 9h da manhã, com o workshop ministrado por Amilton Leite, integrante do grupo OIGALÊ, do Rio Grande do Sul.
O workshop teve como tema "Espaço, Teatro e Ritmo" e contou com a participação de vários integrantes da Brava Companhia, do Núcleo de Pesquisa e Montagem da Brava Companhia e da Trupe Olho da Rua.
No período da tarde o grupo TEHOA, da Associação Comunitária Monte Azul - Núcleo Horizonte Azul, apresentou o espetáculo "O Repouso de Adônis". O TEHOA foi o grupo mais jovem a participar do Panorama Teatral Sul 2008 e o debate após o seu espetáculo foi especialmente interessante por ter dado a oportunidade aos jovens atores de receber várias dicas e recomendações da platéia, formada por pessoas da comunidade e vários integrantes de outros grupos participantes do Encontro.
Na sequência o Panorama recebeu a galera do grupo Dolores Boca Aberta Mecatrônica que realizou uma bela intervenção poética e musical que abriu a Brava Conversa sobre "Estética e Geografia", última atração do X Encontro de Grupos.
Essa Brava Conversa foi talvez o momento mais marcante de todo o Panorama. Uma roda formada por mais de 50 pessoas se formou no espaço cênico do Sacolão das Artes e uma conversa altamente qualificada e, por vezes, até tensa foi iniciada. Integrantes de praticamente todos os coletivos participantes do Panorama estiveram presentes, além de pessoas da comunidade e representantes de grupos culturais locais. Essa verdadeira mobilização de atores culturais em função da reflexão sobre o fazer teatral encerrou com chave de ouro o Panorama Teatral Sul 2008.
O que fica desse Encontro, o décimo organizado pela Brava Companhia e o primeiro realizado no Sacolão das Artes, é a certeza de que com trabalho sério e profissional, algumas parcerias qualificadas e muito empenho, é possível concretizar ações culturais com conteúdos relevantes, que vão além do simples entretenimento.
Obrigado a todos que, de alguma forma, tornaram esse Panorama Teatral Sul 2008 possível.
Nos vemos na edição 2009!
Brava Companhia
O workshop teve como tema "Espaço, Teatro e Ritmo" e contou com a participação de vários integrantes da Brava Companhia, do Núcleo de Pesquisa e Montagem da Brava Companhia e da Trupe Olho da Rua.
No período da tarde o grupo TEHOA, da Associação Comunitária Monte Azul - Núcleo Horizonte Azul, apresentou o espetáculo "O Repouso de Adônis". O TEHOA foi o grupo mais jovem a participar do Panorama Teatral Sul 2008 e o debate após o seu espetáculo foi especialmente interessante por ter dado a oportunidade aos jovens atores de receber várias dicas e recomendações da platéia, formada por pessoas da comunidade e vários integrantes de outros grupos participantes do Encontro.
Na sequência o Panorama recebeu a galera do grupo Dolores Boca Aberta Mecatrônica que realizou uma bela intervenção poética e musical que abriu a Brava Conversa sobre "Estética e Geografia", última atração do X Encontro de Grupos.
Essa Brava Conversa foi talvez o momento mais marcante de todo o Panorama. Uma roda formada por mais de 50 pessoas se formou no espaço cênico do Sacolão das Artes e uma conversa altamente qualificada e, por vezes, até tensa foi iniciada. Integrantes de praticamente todos os coletivos participantes do Panorama estiveram presentes, além de pessoas da comunidade e representantes de grupos culturais locais. Essa verdadeira mobilização de atores culturais em função da reflexão sobre o fazer teatral encerrou com chave de ouro o Panorama Teatral Sul 2008.
O que fica desse Encontro, o décimo organizado pela Brava Companhia e o primeiro realizado no Sacolão das Artes, é a certeza de que com trabalho sério e profissional, algumas parcerias qualificadas e muito empenho, é possível concretizar ações culturais com conteúdos relevantes, que vão além do simples entretenimento.
Obrigado a todos que, de alguma forma, tornaram esse Panorama Teatral Sul 2008 possível.
Nos vemos na edição 2009!
Brava Companhia
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Panorama Teatral Sul 2008..........1º dia
O primeiro final de semana do Panorama Teatral Sul 2008 funcionou com uma síntese do que a Brava Companhia pensa para o espaço onde hoje está sediada.
Nesses três primeiros dias do evento foi possível vivenciar algumas das principais ações que compõem a estratégia do grupo para transformar o Espaço Brava Companhia no Sacolão das Artes num Pólo de Pesquisa e Produção Artística, tendo o Teatro como carro-chefe: uma programação de espetáculos de qualidade, espaços de reflexão e de produção de conhecimento, jovens e adultos estudando Teatro e vivenciando a organização do Espaço - tudo isso de forma organizada, funcionando com qualidade, apesar dos parcos recursos técnicos, e aberto a participação da comunidade.
Na sexta-feira, o início do Panorama se deu com a apresentação do espetáculo "Homem Cavalo & Sociedade Anônima" da Cia. Estável, uma das principais montagens da cena teatral paulistana no momento. A peça, com alto conteúdo sócio-político, foi acompanhada por cerca de 100 pessoas. Outros grupos de renome, como a Cia. São Jorge de Variedades, Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, e também, é claro, coletivos da região, passaram pelo Sacolão das Artes nesse primeiro final de Semana.
No sábado, o Núcleo de Pesquisa e Montagem da Brava Companhia, formado por 10 integrantes, entre jovens e adultos, que têm encontros semanais, das 9h às 13h, se reuniu normalmente e, após o término das atividades, a maioria dos participantes permaneceu no local durante todo o dia, acompanhando a programação do Panorama e auxiliando nas montagens e desmontagens dos espetáculos. Ou seja, aprendendo na prática como se dá a organização e a realização de um evento cultural.
Além dos debates realizados com os grupos participantes após cada espetáculo, no domingo (07/12) pela manhã, o Panorama recebeu o Profº Norval Baitello que realizou uma verdadeira aula aberta sobre o tema "Imagens que nos cercam, imagens que nos cegam", que transitou pela Comunicação, pela Filosofia, pela Antropologia e pela Sociologia, gerando um debate altamente qualificado, inclusive com a participação do ator e dramaturgo Reinaldo Maia.
A Brava Companhia acredita que
ações como essa, realizadas de forma regular, organizada e com qualidade, aproximarão, cada vez mais, a comunidade, transformando o Espaço numa referência para a região, e a Arte numa necessidade para as pessoas que ali residem.
Essa é a nossa utopia.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Panorama Teatral Sul 2008..........2º dia
Panorama Teatral Sul 2008..........3º dia
O 3º dia do Panorama Teatral Sul 2008 começou às 10h com a Brava Conversa com o Profº Norval Baitello - Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade Livre de Berlim e Professor titular da PUC-SP - sobre o tema "Imagens que nos cercam, imagens que nos cegam", que faz parte da pesquisa da Brava Companhia para seu seu próximo espetáculo.
As Bravas Conversas - palestras e bate-papos com artistas, acadêmicos e especialistas em diversas áreas do conhecimento - têm o objetivo de compartilhar com todos os interessados a pesquisa da Companhia, além de contribuir para que o Espaço Brava Companhia no Sacolão das Artes se torne, cada vez mais, um Pólo de Pesquisa Artística e de Produção de Conhecimento.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Mostra Lino Rojas de Teatro de Rua chega ao Sacolão das Artes
Neste ano de 2008 a Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas descentralizou sua programação levando aos bairros periféricos algumas de suas atrações.
No dia 08/11 a Brava Companhia recebeu a Cia. Troada no Sacolão das Artes para uma apresentação do espetáculo "A sombra das nuvens".
A BRAVA PARA ESCOLAS do Parque Santo Antônio
A BRAVA PARA ESCOLAS é uma das ações do Projeto Brava Companhia contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo em sua edição de janeiro de 2008. Consiste em apresentações do espetáculo A BRAVA no Espaço Brava Companhia, seguidas de debate, para os alunos de escolas localizadas no entorno do Sacolão das Artes.
Os objetivos principais dessa ação são:
- fomentar e fortalecer o espaço do Sacolão das Artes e todas as atividades ali realizadas;
- garantir a população o direito e o acesso ao teatro.
As primeira escola a participar dessa ação foi a EMEF Arnaldo Laurindo que levou seus alunos do período noturno ao Espaço Brava Companhia no Sacolão das Artes nos dias 30/10 e 05 e 06/11.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
"A BRAVA" retorna ao Horizonte Azul
E voltamos. Dia 01/11, véspera de Finados, aportamos novamente no Jardim Horizonte Azul. Rua fechada, todos os "perueiros" avisados e trânsito desviado (o Poder Paralelo local se mostrou bem mais eficiente que muitas instâncias do Poder Público). Dessa vez São Pedro nos permitiu a apresentação. E a comunidade compareceu em peso. Aproveito para agradecer a Cleide da Assoc. Monte Azul pelo convite, e a Dona Lúcia que generosamente abriu as portas de sua casa para
nossa troca de roupa.
"A BRAVA" marca o chão do Jardim Horizonte Azul.
Dessa vez, São Pedro colaborou.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
No dia 25 de outubro de 2008, as 19h, a Brava Companhia inaugurou o Espaço Brava Companhia no Sacolão das Artes, localizado no Parque Santo Antônio, periferia sul da cidade de São Paulo.Foi uma grande festa que começou com uma apresentação do Teatro Popular União e Olho Vivo, seguida de uma homenagem aos parceiros da Brava Companhia e um coquetel dançante.
Figuras do meio teatral, artistas, parceiros, amigos da Brava Companhia e pessoas da comunidade comemoraram juntos a criação de mais uma "trincheira contra a mediocridade" na zona sul.
A criação dessa sede é parte integrante do Projeto Brava Companhia aprovado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. O Espaço foi inaugurado, por enquanto, com uma estrutura mínima para o funcionamento: rotunda, cortina, sistema de luz, cadeiras, um depósito e um escritório. A Brava Companhia segue na busca por novos apoios para a concretização do projeto arquitetônico para o espaço que, além de abrigar uma programação cultural de qualidade, será um Pólo de Pesquisa e Produção Artística com a linguagem teatral como carro-chefe.
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